Aos 13 anos, inspirado pela emoção nas letras de Zezé Di Camargo & Luciano, Vitor deu seus primeiros passos na música escrevendo composições e aprendendo a tocar violão. Foi nessa época que percebeu sua grande paixão: cantar. “À medida que eu ia vivendo a música, a certeza de que esse era o caminho ia se formando”, lembra ele.
Apesar da influência inicial da música sertaneja, foi o forró que conquistou de vez o coração de Vitor. Em 2005, ao começar a tocar em barzinhos, surgiu o convite para integrar uma banda de forró — e foi aí que tudo mudou. Pouco tempo depois, ao conhecer a banda Mastruz com Leite e o icônico Quarteto Fantástico, o artista se entregou de vez ao gênero. “Ali eu soube: era uma viagem sem volta!”, afirma.
Hoje, Vitor carrega no nome artístico o título que o define: Forrozeiro. Com um estilo que passeia por diversas vertentes do gênero nordestino, ele destaca sua preferência pelo tradicional pé de serra, resgatando clássicos que embalam gerações. No repertório, não faltam sucessos como Espumas ao Vento, Carta Branca, Meio Dia e Cobertor, sempre com espaço para músicas atuais, “priorizando a boa linguagem musical”.
Entre suas principais influências, Vitor cita não só Zezé Di Camargo, mas também grandes nomes do forró como Aduílio Mendes, França, Flávio José, Raí Soares (Saia Rodada), Édson Lima e Batista Lima.
Com a chegada do São João, a agenda já começa a se movimentar. “A banda já tem show até o dia 18 de junho. Com a bênção de Deus e muito trabalho, a cada ano venho conquistando mais espaço. E assim vamos caminhando, com Deus na frente sempre!”, celebra.
